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GO CAROL

BEM-ESTAR, FITNESS, COZINHA OVOLACTOVEGETARIANA E A MINHA VIDA NO GERAL (E ÀS VEZES NO PARTICULAR)

Então e livros?? - Objectos Cortantes

 

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Vou começar pelo resumo do livro para perceberem de que se trata.

 

Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. 


Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. 


Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa.

 

 

Vi o filme “Em Parte Incerta” que me deixou bastante curiosa para ler o livros. Cheguei até à autora e decidi escolher outro, que não o referido anteriormente. “Objectos Cortantes” é o nome desta obra. Comecei por este (comecei porque tenciono ler mais uns).

 

O livro é viciante, como gosto. Estamos de início ao fim em suspenso, a tentar perceber o que se passou, o que realmente se passou. Dou por mim durante a leitura a pensar como a Camille pensava, a tentar perceber quem afinal é o culpado de todos os crimes. Cheguei a ter a minha suspeita bem no início do livro, quando ainda não havia provas de nada (daí ser suspeita, não é?) e pelos vistos veio a confirmar-se mesmo nos últimos capítulos.

 

Apesar das 318 páginas lê-se muito bem.

As minhas leituras foram quase todas na praia por isso demorou um pouco mais de tempo, mas foi muito agradável. Agradável no sentido de se ler bem, não no sentido da história, que de agradável nada tem. É macraba. É terrorífica. É completamente maluca (e a palavra maluca aqui até soa bem depois depois de tudo o que li e que, de certo modo, vivenciei).

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